
Voltemos a madrugada do dia 25/12/2007...
Fomos a casa da tia Risoleta, onde trocamos presentes na noite do dia 24 até o dia 25... O cenário era o seguinte: os mais velhos estavam se embriagando no quintal, ouvindo Natal No Cavaquinho, os mais jovens na sala, jogando algum jogo violento no Playstation do meu primo, umas crianças, e eu, estávamos olhando pra comida como se aquilo fosse ouro comestível.
Vale ressaltar que na época, eu pesava uns 8 kg a menos, não usava óculos e usava aparelho nos dentes. No desespero da fome, peguei uma das maçãs da mesa e fiquei acariciando-a, na mão direita, como se fosse a lâmpada de Alladin, desejando que minha tia, bêbada, servisse a comida. Parece que minhas preces foram atendidas! Minha tia esquentou o caldeirão de vatapá e serviu-o na mesa, destapou-o e chamou a todos: "Venham comer!"
De repente, a maçã tornou-se comestível e foi quando mordi um pedaço e senti algo esquisito na minha boca... E foi quando meu primo começou a rir da minha cara, apontando para a maçã e ali estava preso o aro do aparelho e alguns braquetes. Enojado, sacudi a maçã no ar, com o objetivo de fazê-la cair no chão e o meu alvo não fora outro... O Caldeirão de vatapá da tia Risoleta. Meu primo, que antes ria da situação, agora rolava pelo chão de gargalhar, tia Risoleta me olhava com ódio por ter estragado o seu tradicional vatapá com camarões rosa e meu sentimento naquela hora era de pegar o que restava de aparelho do vatapá, enfiar na boca do meu primo...
No dia seguinte, com um cortador de unhas, me revoltei e tirei o resto do aparelho...
Vale ressaltar que na época, eu pesava uns 8 kg a menos, não usava óculos e usava aparelho nos dentes. No desespero da fome, peguei uma das maçãs da mesa e fiquei acariciando-a, na mão direita, como se fosse a lâmpada de Alladin, desejando que minha tia, bêbada, servisse a comida. Parece que minhas preces foram atendidas! Minha tia esquentou o caldeirão de vatapá e serviu-o na mesa, destapou-o e chamou a todos: "Venham comer!"
De repente, a maçã tornou-se comestível e foi quando mordi um pedaço e senti algo esquisito na minha boca... E foi quando meu primo começou a rir da minha cara, apontando para a maçã e ali estava preso o aro do aparelho e alguns braquetes. Enojado, sacudi a maçã no ar, com o objetivo de fazê-la cair no chão e o meu alvo não fora outro... O Caldeirão de vatapá da tia Risoleta. Meu primo, que antes ria da situação, agora rolava pelo chão de gargalhar, tia Risoleta me olhava com ódio por ter estragado o seu tradicional vatapá com camarões rosa e meu sentimento naquela hora era de pegar o que restava de aparelho do vatapá, enfiar na boca do meu primo...
No dia seguinte, com um cortador de unhas, me revoltei e tirei o resto do aparelho...
8 comentários:
kkkkkkkkkkkkkk
adoreeeeiiii a tua história!!!!!
A tia Risoleta te olhando com ódio kkkkkkkkkkk
imagina se não!!! kkk
beijos :)
kkkkkkkkkkkkkkk ... estou aqui imaginando as faíscas saindo dos olhos de tia Risoleta ... e não era para menos nOn eh?
bjux
;-)
rir da desgraça alheia eh pecado? se for, tenho passagem pra la...
isso nunca me aconteceu... talvez pq eu nunca tenha tido um natal "decente"!!! =x
abraços
voy
hasuhausa, ai que aflição!
Hahahaha, só vc mesmo!
Não estou me lembrando de nenhuma história de Natal marcante... Mais tarde, quem sabe.
Bjim!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ai aiiii
deu vontade de comer vatapá agora óo!
Oi,
vim ver suas memorias de natal.
Este é mais uns dos momentos, que relembramos, coisas muito boas da nossa vida. relembrar os nossos natais eé voltar o tempo e ver, quanta coisa já mudou hoje.
Também participei.
http://sandrarandrade7.blogspot.com
Natal é isso.. São descobertas de muitas magias nas caixas de presentes.
Sandra
Que delícia, grandes lembrancás, feliz natalllllllll
bjbjb CON
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