Calma! Embora o título desse post leve às inferências de que eu me permita a falar sobre a minha vida sexual, ou sobre algum conto erótico envolvendo voyeurismo, não é isso... Pelo contrário!
Comecei o ano desempregado, na beira do esgoto das contas para pagar que iriam se acumulando, e da faculdade para pagar que, mal eu iria entrar, já ia começar a dever. Mas não vendi meus sapatos e estou vivo graças ao seguro desemprego e a uma fada madrinha chamada LaCooper estou na "Grazi school".
Mas a reflexão que eu quero fazer é a minha mudança de papéis... Pelas manhãs e tardes, me situo perto do quadro, falo com os alunos sobre o uso do verbo irregular e do "would" e noto que meus estudantes são quietos, pacíficos, calmos, inteligentes... Eles são tão pacíficos que a paciência não se torna um exercício, e sim a personificação de uma rede invisível que é jogada naquele ambiente e que exerce a sua influência sobre todos. (Que viagem acabo de escrever... Lembrete: Deixar de ler Augusto Cury).
19:00h - Hora da faculdade, hora da inversão de papéis. Tal como um vilão de seriado adolescente, me arrumo e me sento no canto direito da sala. As amigas chegam, conversamos sobre os nossos dias, comentamos sobre a bunda de fulano (vide post anterior) e é quando chega a professora. Imitamos o sotaque dela, trocamos sms, tuitamos, filmamos (tem um video meu dançando no meio da aula correndo pela internet), nos beliscamos, beliscamos nossa vítima de bullying, conversamos sobre sexo e pompoarismo e... ainda tiramos 10 nas provas! Sabe aquela rede invisível de influcência pacífica que era jogada no ambiente quando eu era professor pela manhã? Se transforma em farrapo para sambar em cima.
Gostaria de saber... Qual a influência que a carteira de aluno acarreta sobre as pessoas? Daria uma ótima tese.
Comecei o ano desempregado, na beira do esgoto das contas para pagar que iriam se acumulando, e da faculdade para pagar que, mal eu iria entrar, já ia começar a dever. Mas não vendi meus sapatos e estou vivo graças ao seguro desemprego e a uma fada madrinha chamada LaCooper estou na "Grazi school".
Mas a reflexão que eu quero fazer é a minha mudança de papéis... Pelas manhãs e tardes, me situo perto do quadro, falo com os alunos sobre o uso do verbo irregular e do "would" e noto que meus estudantes são quietos, pacíficos, calmos, inteligentes... Eles são tão pacíficos que a paciência não se torna um exercício, e sim a personificação de uma rede invisível que é jogada naquele ambiente e que exerce a sua influência sobre todos. (Que viagem acabo de escrever... Lembrete: Deixar de ler Augusto Cury).
19:00h - Hora da faculdade, hora da inversão de papéis. Tal como um vilão de seriado adolescente, me arrumo e me sento no canto direito da sala. As amigas chegam, conversamos sobre os nossos dias, comentamos sobre a bunda de fulano (vide post anterior) e é quando chega a professora. Imitamos o sotaque dela, trocamos sms, tuitamos, filmamos (tem um video meu dançando no meio da aula correndo pela internet), nos beliscamos, beliscamos nossa vítima de bullying, conversamos sobre sexo e pompoarismo e... ainda tiramos 10 nas provas! Sabe aquela rede invisível de influcência pacífica que era jogada no ambiente quando eu era professor pela manhã? Se transforma em farrapo para sambar em cima.
Gostaria de saber... Qual a influência que a carteira de aluno acarreta sobre as pessoas? Daria uma ótima tese.
3 comentários:
eu sempre disse: "aluno é filho do capeta", pronto, qualquer um q se coloca nesse lugar se torna filho do demo. #fato
assista a série que o Fantástico está fazendo sobre professores e alunos... quem sabe ajuda um pouco
rs
beijos sister
Discordo do Foxx. Aluno não é filho do capeta: é o próprio tinhoso! É a prova da ubiquidade e multiplicidade do demo, com certeza!!
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